Economia:Crise grega pode virar crise americana? Política Internacional: Brasil flerta com o perigo. Política: Prisão de Aruda privilegia Constituição acima de manobras malandras Música: Pitty, a baiana roqueira Sobre imóveis, Fale com XATAKE! Click AQUI>
1 2 3 4 5

Veja os melhores imóveis!


VEJA OS MELHORES IMÓVEIS CLIQUE NA IMAGEM
 photo Capturar4.jpg
Ler Mais

Economia: Crise grega pode virar crise americana?



Opinião Importante de Fernando Dantas.

Boa Leitura.

Dantas

por Fernando Dantas

Não é todo dia que dois importantes articulistas do Financial Times batem de frente. Martin Wolf, principal comentarista econômico do jornal britânico, e o historiador econômico Niall Ferguson não poderiam discordar mais em relação às lições mais amplas a serem tiradas da crise grega. Wolf, que tem um fino senso de ironia, mas não dispensa o ataque sem papas na língua de vez em quando, escreveu que “imediatamente desconsiderou como histeria” o argumento de Ferguson, exposto também em artigo no FT, de que a doença grega de crise fiscal vai se alastrar pelo mundo rico e chegar aos Estados Unidos. Aliás, muitos comentaristas têm cedido à tentação da metáfora óbvia: a crise na Grécia, berço do mundo ocidental, chegando aos Estados Unidos, expressão última e mais poderosa daquela mesma civilização.

Volutas retóricas à parte, é possível fazer um resumo simplificado do que há de substantivo na discussão. Os dois lados consideram que os principais países ricos – e, no caso, EUA e Inglaterra é que estão de fato na berlinda – terão fortes dores de cabeça fiscais, como herança maldita da crise e das políticas anticíclicas de déficit público. A diferença está na natureza dos problemas previstos. Analistas de instintos mais conservadores como Ferguson atacam o que consideram como excessos daquelas políticas, e acham que potências como os Estados Unidos podem sofrer o mesmo tipo de xeque-mate de desconfiança em relação à solvência pública aplicado pelos mercados na Grécia.

Já a corrente mais afeita ao keynesianismo, na qual Wolf (que está a anos-luz da esquerda) poderia ser incluído, não só considera que a política fiscal anticíclica foi fundamental para evitar o repeteco da Grande Depressão no período pós-quebra do Lehman Brothers, como acha que as conseqüências de se remover os estímulos rápido demais serão piores do que a inevitável ressaca nas contas públicas que virá mais adiante.

Wolf atribui uma probabilidade muito baixa à que a explosão do endividamento dos principais países ricos leve a uma crise de confiança do tipo grego, quando os mercados ameaçam suspender o financiamento a países deficitários, e os prêmios de risco disparam. Ele observa que o Japão, que usou e abusou de estímulos fiscais para tentar tirar a sua economia da estag-deflação pós-estouro da bolha em 1989/90, e passou por um aumento explosivo da dívida pública, nunca teve a sua solvência pública seriamente colocada em dúvida pelos mercados.

Dessa forma, o que estaria à frente dos países ricos superendividados seria um penoso processo de ajuste estrutural – basicamente aumento de impostos e corte de gastos permanentes –, não só para lidar com o rescaldo fiscal da crise, mas também com o envelhecimento da população e o consequente aumento da conta previdenciária. Enfim, um desagradável problema de médio e longo prazo, mas não uma sangria imediata. No curto prazo, a prioridade ainda seria a de eliminar de vez a possibilidade de uma recaída recessiva no mundo rico. E, para isso, os estímulos fiscais deveriam ser mantidos ou até ampliados.

Ferguson, por sua vez, não se acanha em prever que a crise de dívida soberana – reparem no linguajar até pouco tempo confinado a referências a países do Terceiro Mundo – iniciada na Grécia vai se transformar numa “crise fiscal do mundo ocidental”, atingindo os Estados Unidos. Um dos seus argumentos mais polêmicos é de que foram os bancos centrais, com o seu afrouxamento monetário quantitativo – fazer jorrar dinheiro na economia comprando títulos do setor privado –, que conseguiram a mágica de evitar a catástrofe pós-Lehman, e não a política fiscal expansionista. E as conseqüências desta última política, para ele, são mais urgentes e agudas do que criar a necessidade de um ajuste estrutural de médio e longo prazo. Num exemplo particularmente literal de frase bombástica, Ferguson escreve que “a dívida do governo americano é um porto seguro da mesma maneira que Pearl Harbor era um porto seguro em 1941”.

Esse debate mostra como o establishment continua cindido em relação à natureza da grande crise de 2008/2009 e aos remédios mais apropriados para ela. Os governantes, e particularmente o presidente Obama, têm decisões dificílimas pela frente. Para nem falar em todo o trabalho político de implementar para valer as decisões, uma vez que tenham sido tomadas.

Abaixo, os links dos artigos de Ferguson e Wolf para quem tem assinatura da edição eletrônica do FT:

Ferguson

Wolf

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/fernando-dantas/


Ler Mais

Política Internacional: Brasil Flerta com o perigo....

16/02/2010 - 16h36

Presidente do Irã defende mediação do Brasil em crise nuclear

da Efe, em Teerã
da Folha Online

Photobucket



O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, defendeu nesta terça-feira uma possível mediação do Brasil na crise nuclear envolvendo seu país e potências ocidentais. Em entrevista coletiva dada em Teerã, ele ressaltou pontos em comum entre os dois países. Para ele, da mesma forma que o Irã, o Brasil "procura mudar as coisas".

"Temos muitos amigos no mundo interessados em ajudar e colaborar e que, como nós mesmos, não estão de acordo com as tensões e buscam a paz", afirmou Ahmadinejad.

"Entre eles estão o povo e o governo do Brasil, com quem mantemos boas relações. O Brasil foi um dos países que defendeu o Irã", acrescentou Ahmadinejad, reiterando ue o Irã aceitaria a participação e os esforços do Brasil, que, para ele, "seriam frutíferos".

Em visita a Madri, o chanceler Celso Amorim confirmou hoje à agência Efe que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve viajar ao Irã em 15 de maio.

O ministro voltou a defender uma nova via de diálogo para buscar uma solução à disputa de Teerã com o Ocidente sobre a questão nuclear.

Segundo o chanceler brasileiro, o presidente Lula o encarregou de fazer gestões e participar de vários diálogos de modo a abrir caminho para uma solução negociada.

O ministro disse que, após conversas com as autoridades iranianas e ocidentais, vê que a distância para se chegar a isso "não é tão grande". "Talvez seja questão de se sentar à mesa e ver se realmente é possível preencher as brechas que ainda existem", afirmou.

"A impressão que tenho é que não é impossível e acho que seria um desejo do governo iraniano fazê-lo, depende da vontade política, da percepção que esse caminho, embora possa parecer um pouco tortuoso, é talvez o mais seguro", acrescentou.

EUA

Também na coletiva, Ahmadinejad disse que seu país "não leva a sério" as declarações da secretária de Estado americana Hillary Clinton. Em visita ao Oriente Médio, ela usou um tom extremamente duro contra o Irã, dizendo que o país se torna uma ditadura militar, e que as instituições civis e lideranças religiosas estão sendo substituídas pela Guarda Revolucionária.

"Não levamos a sério os seus comentários. Ela é obrigada a dizer essas coisas (...) Vemos contradições na administração americana, e não sabemos qual a sua verdadeira posição".

O líder do Irã disse ainda que o presidente americano, Barack Obama, "perdeu uma oportunidade". "Esperávamos que ele fizesse mudanças, e lhe dissemos que ajudaríamos. Onde está a resposta para minha mensagem?", questionou ele na coletiva de imprensa.

Estados Unidos e Irã romperam relações diplomáticas em abril de 1980, depois da Revolução Islâmica que derrubou o xá Mohammed Reza Pahlevi e à invasão da Embaixada dos EUA em Teerã, na qual estudantes revolucionários mantiveram 52 pessoas reféns durante 444 dias.

Após chegar à Casa Branca, Obama se mostrou disposto a tentar estabelecer uma nova relação com Teerã. No entanto, assessores do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Jamení, sugeriram que mudar a relação com os EUA "não é do interesse do Irã neste momento".

Carta

A França, os Estados Unidos e a Rússia disseram estar preocupados com a escalada do programa nuclear do do Irã em uma carta assinada por seus embaixadores e entregue à Agência Internacional de Energia Atômica, organização ligada à ONU.

Segundo os três países, membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), o enriquecimento de urânio a 20% por Teerã é injustificado --já que a proposta nuclear entregue pelas potências para a troca do material por combustível nuclear incluía garantias para o benefício do país.

A carta enviada nesta terça-feira ao diretor-geral da AIEA, Yukiya Amano, é uma resposta ao argumento iraniano --reforçado nesta terça-feira pelo presidente Mahmoud Ahmadinejad-- de que Teerã não aceitou a proposta nuclear das potências por não considerar os termos adequados.

Os diplomatas disseram que a carta foi entregue à imprensa para refutar as declarações de uma autoridade iraniana de que as potências ofereceram um novo acordo para o Irã.
Ler Mais

Política: Prisão de Arruda privilegia Constituição acima de 'manobras malandras'

Ler Mais

Especial de Música: Pitty, a Baiana Roqueira!


Pitty2


Enquanto Rola o Carnaval pelo Brasil, nada Melhor que ROCK!!!! Neste especial alguns dos melhores clips da Roqueira baiana.

Isto celebra também a volta do Blog após o Carnaval.

Algumas informações sobre a Roqueira baiana:

Nascida na capital baiana, Pitty passou a infância em Porto Seguro, no mesmo estado. Seu pai, músico e dono de bar, tocava bastante as canções do conterrâneo Raul Seixas, e ainda de outros tantos rockeiros dos anos 1960 e 1970, como Beatles, Elvis Presley e Lou Reed. Posteriormente, bandas como AC/DC, Nirvana, Pantera, Alice in Chains, Metallica, Faith No More, Mars Volta, Queens of the Stone Age e Muse fizeram parte de suas principais influências.

Cresceu em meio ao cenário de bandas baianas independentes, com as quais participou de rodas de shows em um bar de Salvador. Um dia, entrou na roda cantando "Smells Like Teen Spirit" da banda Nirvana e desde então decidiu investir na área musical, com o apoio do grande nome do cenário underground Rogério Big Brother (dono do selo bigbross records).

Também participou da banda Shes (1997–1999) como baterista. A banda era também formada por Carol Ribeiro (guitarra), Liz Bee (guitarra e vocal) e Lulu (baixo). Pitty participou também da banda Inkoma (1995–2001), iniciando sua carreira como vocalista.

Foi aluna da Faculdade de Música da Universidade Federal da Bahia.

Pitty foi procurada pelo produtor musical Rafael Ramos (o mesmo de bandas do mainstream adolescente brasileiro e do cenário independente, como Raimundos e Matanza).

Em 2003, lança seu primeiro álbum, Admirável Chip Novo, onde ela conquistou sua fama e vendeu mais de 250 mil cópias.

Em 2005 ela lançou o CD Anacrônico e mostrou que veio para ficar, sempre emplacando vários sucessos. Esse álbum vendeu mais de 180 mil cópias.

Em 2007, após a turnê do Anacrônico, ela lançou seu primeiro DVD ao vivo, o {Des}Concerto ao Vivo. Além de ser lançado nos formatos CD, DVD e DualDisc, o registro de show da banda foi também lançado em um modelo de aparelho celular, resultado de uma parceria com a Nokia. Com isso, Pitty recebeu o prêmio "Celular de Platina" pela vendagem de 200 mil aparelhos contendo seu álbum.

Em 2009, lançou seu mais atual álbum chamado Chiaroscuro. O primeiro single do álbum, Me Adora, logo atingiu os primeiros lugares nas principais rádios brasileiras. Chiaroscuro ganhou um jogo de celular que é baseado em suas músicas, algo inédito no país, chamado Chiaroscuro: O Jogo.

Devido ao voto popular, Pitty levou vários prêmios no MTV Video Music Brasil, da MTV Brasil, entre eles já foi duas vezes artista do ano, ganhou o prêmio de clipe do ano, show do ano, três vezes seguidas como vocalista da banda dos sonhos e muitos outros. Pitty ganhou aproximadamente 43 prêmios ao longo dos seus seis anos de carreira.

Pitty - Na Sua Estante


Pitty - Máscara


Pitty - Me Adora


Pitty - Déja Vu


Pitty - Equalize


Pitty - Teto de Vidro


Pitty-memórias


Um Abraço,

Luís Fernando Silva

Ler Mais

Feliz 2010!!!

Feliz 2010



QUE TODOS OS DESEJOS SE REALIZEM!!!

Que não fiquem apenas na imaginação.


- Música: Imagine - John Lennon -



Composição: John -




Luís Fernando Silva.
Ler Mais

Música: Feliz Natal para todos, repleto de Paz e Harmonia!!!


Feliz_Natal
"A Melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio de nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham em nossa caminhada pela vida"


Happy Christmas - John and Yoko


Composição: John and Yoko


What a Wonderful World - Louis Armstrong


Composição:


Ring Those Bells on Christmas Day - Three Chord Charlie


Composição:


Imagine - John Lennon


Composição: John


Luís Fernando Silva
Ler Mais

Política e Ambiente: Fracasso na COP-15!


O que deveria ser uma reunião de avanço em Copenhague, acabou por ser uma belo FRACASSO, com "F" maiúsculo!!!

Governos no Mundo só olham para seus UMBIGOS.

Abaixo Segue uma reportagem da Reuters, por Gerard Wynn.-

COP15
-Líderes do Mundo na COP-15-


ANÁLISE - Acordo climático traz à tona falhas da ONU.

GERARD WYNN - REUTERS -

COPENHAGUE - Um tímido acordo climático foi alcançado no sábado depois que duas semanas de negociações se recuperaram após quase caírem por terra. O resultado deixou clara a vulnerabilidade do processo da ONU, que depende de um consenso, e pode marcar a diminuição da importância do órgão.

As principais negociações aconteceram entre aproximadamente 30 países, e o mais importante resultado envolveu apenas cinco deles: Estados Unidos, China, Brasil África do Sul e Índia.

O acordo final não tem força legal e deixa em aberto a adesão dos países. O resultado fica distante da convenção climática ampla da ONU.

"Não acho que seja o fim para o papel ambiental da ONU, mas é um novo modelo dentro do arcabouço," disse Jennifer Morgan, diretora do programa de energia e clima do Instituto dos Recursos Mundiais.

Ela apoiou "absolutamente" o papel dos chefes de Estado. Líderes mundiais voaram para Copenhague para participar dos últimos dias de reuniões, e o presidente Barack Obama foi importante para conseguir acabar com o impasse.

"Acho que essa é a história dessa conferência. Os chefes de Estado chegaram aqui e fizeram um acordo um pouco independente do processo da ONU. (Mas) ainda haverá muitos papéis importantes para a Convenção Climática da ONU."

O secretariado de mudanças climáticas da ONU ajudaria a monitorar as ações de países em desenvolvimento para controlar as emissões de gases causadores do efeito estufa, uma das questões mais complicadas da conferência da ONU, disse Morgan, como exemplo de papéis que a comissão poderá desempenhar.

Decisões da ONU têm de ser feitas por unanimidade entre países diferentes como os EUA e pequenas ilhas do Pacífico como Tuvalu, que tem apenas 12 mil habitantes.

Essa regra ameaçou inviabilizar a conferência de Copenhague, que aconteceu de 8 a 17 de dezembro --alguns países em desenvolvimento insistiram que qualquer texto fosse revisado numa sessão plenária com os 193 países-membros.

Fontes dizem que os anfitriões dinamarqueses estavam relutantes em fazer isso, com medo de que levaria muito tempo para o grupo criar uma versão preliminar do texto, algo que poria a perder vários dias de negociações. Na última noite, uma sessão plenária ilustrou claramente o problema que é chegar a uma opinião unânime sobre uma versão final do texto.

A intervenção direta do secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, foi necessária para resgatar o Acordo de Copenhague. Ban mediou o acordo para que países que estavam relutantes em assiná-lo, como a Venezuela e a Bolívia, participassem.

A decisão de sábado apoiou o objetivo de se criar um fundo anual de 100 bilhões de dólares até 2020 para ajudar os países pobres a lutar contra as mudanças climáticas. Ela também aceitou a opinião científica de que é importante limitar o aquecimento global a 2 graus Celsius. Não houve metas de redução de emissão de gases causadores do efeito estufa e nenhum compromisso de que todos os países um dia vão assinar o tratado que sucederá o Protocolo de Kyoto.

PRINCIPAIS ECONOMIAS

A principal autoridade ambiental da ONU, Yvo de Boer, disse que era exatamente o trabalho das Nações Unidas criar uma solução para um problema global, que pode causar um impacto aos países menos poderosos politicamente.

"Pode-se argumentar que seria muito mais eficiente apenas abordar as mudanças climáticas nos encontros do Grupo dos 20," cujos membros são responsáveis pela maioria das emissões de carbono, disse ele.

"(Mas) não está certo do ponto de vista tanto ambiental quanto da igualdade", porque isso excluiria muitos países, "que já estão na linha de frente das mudanças ambientais".

Parte da razão de ser da ONU, disse de Boer, "é assegurar que abordemos temas globais como as mudanças climáticas de modo igualitário, levando em conta as preocupações de todos."

A contagem regressiva para um acordo na sexta-feira envolveu 28 países, dizem fontes, inclusive países desenvolvidos como os EUA, a Europa e outros países emergentes grandes, como a Índia, a China e pequenos ilhas-Estado como Granada e as Maldivas.

O agrupamento acabou por se concentrar nas maiores economias, um grupo de negociações climáticas que lembrava o Fórum das Maiores Economias, um grupo que o ex-presidente americano George W. Bush reuniu para discutir o tema paralelamente à ONU e que muitos acusam de ter impedido um acordo mais amplo antes.

O resultado incompleto de Copenhague demonstra "uma fraqueza inerente" do processo de negociação sobre o meio ambiente da ONU, disse Andrew Light, coordenador de política internacional de clima no Centro para o Progresso Americano.

"Precisamos começar a buscar outras opções, ou pelo menos começar a usar alguns fóruns alternativos," disse ele, sugerindo o G20 e o Fórum das Maiores Economias.

Mas muitos países apoiaram com veemência o papel das Nações Unidas, exatamente porque ela preservou sua voz. "Não se pode chegar a um acordo que envolva apenas um número limitado de países," disse o embaixador brasileiro responsável por mudanças climáticas, Sergio Serra.

"Talvez em algumas ocasiões isso possa ser um motor para mobilizar os outros, mas eles nunca vão fazer um acordo sozinhos, porque o acordo não terá legitimidade. Portanto, a ONU continuará no centro de tudo isso."

"O processo da ONU é seguro," disse Dessima Williams, chefe da aliança de pequenos países-ilha. "Acho que houve questões de confiança, mas não acho que o processo desandou. O que é necessário agora é remendar alguns buracos e, sim, construir um pouco de confiança em torno do resultado da conferência."

(Com reportagem de Gerard Wynn, Richard Cowan e Emma Graham-Harrison e Alister Bull em Washington)

Luís Fernando Silva.
Ler Mais

Sábado de Música: Fred Astaire - The Way You Look Tonight


Para este Sábado de Música, 19 Dezembro 2009, o Vídeo de Fred Astaire! E como eu sempre digo, não se esqueçam do bom vinho!


Fred


Música de Jerome Kern e Dorothy Fields, este vídeo, que encontrei no YouTube, é a performance original da canção de 1936.

The Way You Look Tonight, já foi interpretada por várias personalidades da música. Entre elas, os mais famosos, Frank Sinatra, Tony Benett e Rod Stewart, mas na minha modesta opinião o Original na voz de Fred Astaire é o Melhor.



Composição: Jerome Kern e Dorothy Fields


Gosto muito desta cena!!!

Do Filme Swing Time (Ritmo Louco), The Way You Look Tonight venceu o Oscar na categoria de melhor canção original.

Swing Time é um filme Americano, de 1936, dos gêneros comédia romântica e musical, dirigido por George Stevens.

Luís Fernando Silva.

Ler Mais
 
Blog Luís Fernando Silva | by LFS ©2010